Revisão da placa
Antes de abrir eu identifico qual revisão você tem em mãos. A linha do PS4 trocou de placa várias vezes ao longo dos anos, da JDM-001 à JDM-055, e é a revisão que diz o que vou encontrar lá dentro.
DualShock 4 (PS4) // da JDM-001 à JDM-055
Seu controle provavelmente tem mais horas de uso que qualquer outro aparelho ligado na sua TV. Quando a mira começa a escorregar sozinha, o culpado é uma peça que se gasta por contato — e ela tem substituta magnética.
O analógico original funciona por contato: uma peça raspa numa trilha para informar onde o stick está. Depois de tantas horas de jogo, o drift não é azar — é a trilha chegando ao fim da vida útil dela.
Por isso limpar com álcool ou recalibrar alivia por alguns dias e o drift volta: a trilha continua gasta. E por isso trocar o controle por outro igual só adia o problema — o controle novo sai de fábrica com o mesmo tipo de analógico que gastou no seu. O módulo magnético não tem trilha para gastar.
Antes de abrir eu identifico qual revisão você tem em mãos. A linha do PS4 trocou de placa várias vezes ao longo dos anos, da JDM-001 à JDM-055, e é a revisão que diz o que vou encontrar lá dentro.
Carcaça, botões, o que já estava solto ou torto e o teste de repouso rodando com a leitura fugindo do centro. Tudo filmado antes de eu soltar o primeiro parafuso.
Um analógico ou os dois, em Hall Effect ou TMR — as duas decisões são suas. Trocando os dois, eles saem na mesma tecnologia.
O centro é ajustado e gravado no próprio controle antes de qualquer validação.
Centralização, circularidade, botões, gatilhos e vibração. Nenhum controle sai da bancada sem passar por ele inteiro.
Cobre os módulos instalados e a mão de obra desta troca. Voltou a dar drift no prazo, o frete é por minha conta e o controle entra na frente da fila.
O teste do DualShock 4 funciona como triagem e ajuda a identificar um sinal persistente fora do centro. A revisão da placa é confirmada na bancada antes da abertura.
Leitura persistente acima de 3% com os dois analógicos soltos é sinal de drift. Entre 2% e 3%, atenção. O teste é triagem: a confirmação final acontece na bancada, antes de qualquer intervenção.
As duas leem a posição pelo campo magnético de um ímã, sem nada encostando em nada. A diferença está na sensação e na sensibilidade. Me diz o que você joga que eu digo qual dos dois eu colocaria.
Movimento mais leve que o do analógico original, então é a opção que menos mexe na referência que a sua mão já tem. Usamos módulos da Ginfull.
Sensor mais sensível, que segura melhor os ajustes curtos de mira. O movimento fica mais firme que o do original — quem vem de anos no mesmo controle sente a mudança logo nas primeiras partidas. Usamos o modelo JS13 Pro+ da K-Silver.
Um controle novo custa bem mais que a troca do analógico. É pagar por um aparelho inteiro — carcaça, placa, bateria, gatilhos, tudo funcionando — para resolver uma peça só.
Trocando o analógico você fica com o controle que a sua mão já conhece, agora com um módulo que não tem a peça que desgasta. Se o controle tiver algum outro problema além do analógico, você vê no vídeo de entrada e decide o que fazer antes de eu seguir.
O valor depende de quantos analógicos entram na troca e da tecnologia que você escolher — levando os dois sai mais em conta. Manda qual lado está puxando que eu fecho o valor e a melhor forma de o controle chegar até mim. Está longe? Tem envio pelos Correios.